sexta-feira, 15 de junho de 2012

SETE DICAS PARA FAZER BOAS FOTOS COM QUALQUER MÁQUINA - UNASP - SP

Sete dicas para fazer boas fotos com qualquer câmera
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Quando começamos a fotografar mais seriamente, somos tentados a pensar que a qualidade das nossas fotografias está relacionada ao tipo de equipamento que usamos. Nos preocupamos com câmeras, lentes, tripés e outras bugigangas e não raro nos sentimos frustrados porque o dinheiro gasto não se reverte em fotos melhores. Isso acontece porque apenas uma pequena parte da qualidade das fotos tem a ver com o equipamento. Existem algumas condições muito específicas nas quais a câmera usada fará uma diferença significativa. No entanto, na maior parte do tempo, os resultados serão semelhantes independentemente do equipamento.
O que faz a diferença, então? Boas fotografias não são fotografias perfeitas tecnicamente. As boas fotografias podem ser agradáveis esteticamente, com conteúdo impactante ou eloquentes em suas mensagens. E isso tem a ver com a sensibilidade e criatividade do fotógrafo. Podemos listar algumas possibilidades de aprimorar as fotos que podem ser exploradas com qualquer tipo de câmera. Para ilustrar os pontos, escolhi fotos que não tem nenhum aspecto técnico especial, poderiam ser feitas com qualquer máquina sem grandes diferenças; seu diferencial está na exploração de aspectos que pouco têm a ver com o equipamento.



1. Entenda a luz. A luz é o elemento fundamental de qualquer fotografia. Toda câmera é capaz de captá-la e transformá-la numa imagem bidimensional. Portanto, é útil entender a luminosidade e como ela altera cores, texturas, sombras e formas. Um bem exercício é posicionar um objeto qualquer, como um vaso, e fotografá-lo em diferentes condições de luminosidade, como, por exemplo, deixá-lo sob iluminação natural e fazer fotografias em diversas horas do dia.

Rie Lee
2. Explore o assunto. O que fotografar é a primeira pergunta que todo fotógrafo se faz. Não adianta ter a câmera mais moderna e arrojada do mercado, se vai se fotografar apenas as flores do jardim de casa. Se enxergamos a fotografia como um mero registro, as possibilidades são limitadas. Fotografar é como escrever, e o tema de um texto é mais importante do que a forma como se escreve. Então, o fotógrafo pode ir mais longe se perguntando “o que eu gostaria de contar hoje?”. Certamente você tem ao seu redor coisas muito interessantes a serem transformadas em relatos visuais.

Caesar Sebastian
3. Fortaleça a composição. Ao fotografar, temos uma moldura quadricular na qual podemos organizar, da maneira que quisermos, elementos do mundo que nos cerca. Dependendo de como realizamos essa organização, a mensagem visual pode variar muito. Faça experiências alterando objetos de plano, a posição em que aparecem no quadro, alterando a perspectiva. Perceba como essas mudanças alteram a percepção que temos da cena.

Adam Barlow
4. Use as cores. Ou não. Veja se, para o objetivo da sua fotografia, faz sentido usar as cores ou fotografar em preto e branco. As cores podem ser protagonistas de uma imagem, e podemos construi-la justamente para que isso aconteça. Mas quando queremos dar destaque para formas, texturas e jogos de luz e sombra, pode fazer mais sentido deixá-las de lado. A escolha é sua.

Okinawa Soba
5. Organize as formas. Uma vez que a fotografia é um plano, tudo que está contido nela são formas bidimensionais. Um treino interessante é transformar mentalmente os objetos que vemos no mundo tridimensional nas formas planas em que eles se convertem nas fotografias. Essas formas podem ser arranjadas de maneira a criar contrastes, equilíbrio ou desequilíbrio, harmonia ou incômodo.

Seyed Mostafa Zamani
6. Elabore mensagens. A fotografia é uma forma de comunicação poderosa, uma linguagem visual com a qual praticamente todas as pessoas estão habituadas. Portanto, ela também pode ser usada para expressar diretamente certos conceitos e ideias, muitas vezes com menos limitações do que a linguagem falada ou escrita. Montar mensagens visuais através da fotografia pode ser interessante. No entanto, é desafiador conseguir unir isso à uma estética que não deixem o conceito raso ou banal demais.

Natasha Mileshina
7. Crie. A fotografia não precisa ser só um mero registro. Ela pode ser uma atividade de expressão e satisfação pessoal. A liberdade é total, você pode fotografar o que quiser, como quiser. Portanto, pense em tudo que você quiser dizer, em tudo que quiser mostrar. Sua fotografia é o seu mundo: não haverá nenhuma outra igual. Faça dela a sua cara, sem se prender a padrões estéticos, normas ou regras. Daqui a 20 anos, um horizonte torto ou um pouco de ruído não terão a menor importância; o que importará é o que a sua fotografia diz.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

CURIOSIDADES SOBRE FOTOGRAFIA

Sentado sob uma árvore, Aristóteles observou a imagem do sol, em uma eclipse parcial, projetando-se no solo em forma de meia lua ao passar seus raios por um pequeno orifício entre as folhas de um plátano. Observou também que quanto menor fosse o orifício, mais nítida era a imagem.

19 de agosto é o Dia Internacional da Fotografia.

Significado de FOTOGRAFIA: Escrever ou desenhar com luz.

O filme fotográfico foi inventado em 1879 por Ferrier, e melhorado pelo americano George Eastman (inventor da câmera Kodak).

Em 1931 um engenheiro dos E.U.A inventa o flash eletrônico.

Como surgiu a fotografia em série?

A partir de uma aposta. Um ricaço americano tinha feito uma aposta com seus amigos. Ele dizia que durante o galope de um cavalo, havia um momento em que nenhum dos cascos tocava a terra. Para isso contratou o fotógrafo inglês Muybridge e ganhou a aposta. Ele colocou 14 câmeras num trecho de pista de corrida de cavalos, cada uma ligada a um fio que atravessava o caminho. Assim o animal vinha galopando, disparava a máquina e tirava uma foto de si mesmo. Era verdade: em determinado instante da corrida, o cavalo ficava mesmo com as quatro patas no ar. Isso contribuiu para o aparecimento do cinema, pois para mostrar o movimento era preciso fotografá-lo em série.

O que era o Lambe-Lambe e como surgiu esse nome?

Lambe-lambe era o fotógrafo ambulante que tirava foto das pessoas nas ruas. Foram chamados assim porque em épocas passadas, era obrigatório que as fotografias de alguns documentos fossem datadas. Para isso, costumava-se fazer uma plaquinha de papel fotográfico. Como no instantâneo o negativo é em papel, que é refotografado, a plaquinha era feita em um minúsculo pedacinho de papel fotográfico, colado ao negativo. Até aí tudo bem. Mas o que essa história tem a ver como o nome lambe-lambe??? É que para fazer a colagem, o fotógrafo passava a língua na plaquinha para molhá-la e criar aderência. Daí, a famosa denominação, Lambe-lambe.

Por que em algumas fotos nossos olhos ficam vermelhos

Isso acontece por causa do reflexo do flash no sangue da retina. A luz entra na pupila, que costuma estar bem aberta por causa do ambiente com pouca luminosidade, e reflete os vasos do fundo do olho.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Gramado (rs) temperatura -1 cº


Foto tirada em gramado, (rs)

HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA








A primeira fotografia bem sucedida, tirada por Nicéphore Niépce em 1825

A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1825 por Nicéphore Niépce numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo chamado betume da Judeia. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Em 1839 Jacques Daguerre desenvolveu um processo usando prata numa placa de cobre denominado daguerreotipo. Quase simultaneamente, William Fox Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia, mas demorou para anunciar e não foi mais reconhecido como seu inventor.

O daguerreotipo tornou-se mais popular pois atendeu à demanda por retratos exigida da classe média durante a Revolução Industrial. Esta demanda, que não podia ser suprida em volume nem em custo pela pintura a óleo, deve ter dado o impulso para o desenvolvimento da fotografia. Nenhuma das técnicas envolvidas (a câmara escura e a fotossensibilidade de sais de prata) era descoberta do século XIX. A câmara escura era usada por artistas no século XVI, como ajuda para esboçar pinturas, e a fotossensibilidade de uma solução de nitrato de prata foi observada por Johann Schultze em 1724.

Recentemente, os processos fotográficos modernos sofreram uma série de refinamentos e melhoramentos sobre os fundamentos de William Fox Talbot. A fotografia tornou-se para o mercado em massa em 1901 com a introdução da câmera Brownie-Kodak e, em especial, com a industrialização da produção e revelação do filme. Muito pouco foi alterado nos princípios desde então, além de o filme colorido tornar-se padrão, o foco automático e a exposição automática. A gravação digital de imagens está crescentemente dominante, pois sensores eletrônicos ficam cada vez mais sensíveis e capazes de prover definição em comparação com métodos químicos.
Para o fotógrafo amante da fotografia em preto e branco, pouco mudou desde a introdução da câmera Leica de filme de 35mm em 1925.

 

Sebastião Salgado : Um dos mais respeitados fotografos na atualidade


Sebastião salgado

 Foto do Sebastião Salgado, ( Mst-sem terra)



Sebastião Ribeiro Salgado Júnior, nascido em, (8 de fevereiro de 1944) é um fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar. Nascido em Minas Gerais, é um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Nomeado como representante especial do UNICEF em 3 de abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano.


Fotografa: Diane Arbus

 
Um dos trabalhos de Diane Arbus
 
 
Diane Arbus, nascida Diane Nemerov em 14 de março de 1923 na cidade de New York. Aos dezoito anos casou-se com Allan Arbus, um fotógrafo que produziu vários catálogos de moda para a revista Harper's Bazaar e também uma campanha publicitária para a loja de departamentos do pai de Diane. Começou a fotografar com seu marido, mas aos pouco foi criando sua própria identidade fotográfica, fixando seu olhar justamente naquilo que fugia do padrão: o feio, o bizarro, o ridículo, o chocante. Os personagens que lhe atraiam eram os que jamais estariam presentes nos catálogos de moda que seu marido produzia, No início dos anos 1960, depois de separar-se de seu marido, deu início à carreira de fotojornalista e publicou na Esquire, The New York Times Magazine, Harper`s Bazaar e Sunday Times, entre outras revistas.
 
Em Julho de 1971 suicidou-se tomando barbitúricos e cortando os pulsos. O catálogo da exposição retrospectiva que o curador John Szarkowski concebeu, em 1972, tornou-se num dos mais influentes livros de fotografia. Desde então, foi reimpresso 12 vezes e vendeu mais de 100 mil cópias. A exposição do MoMa viajou por todo o país e foi vista por 7 milhões de pessoas. No mesmo ano, Arbus tornou-se a primeira fotógrafa americana a ser escolhida para a Bienal de Veneza.

Robert Capa: Fotografo de Guerra





Robert Capa (foto)

Para quem acredita que “uma imagem vale mais que mil palavras”, então pode-se dizer que um dos mais famosos repórteres fotográfico do mundo, Robert Capa, falou muito por meio de suas tão famosas fotos.

Robert Capa não é o nome de batismo de um dos fotógrafos de guerra mais célebres que o mundo já conheceu. O nome verdadeiro é: Endre Ernõ Friedmann. Nascido em Outubro de 1913, o fotógrafo húngaro foi responsável pela cobertura de grandes conflitos da primeira metade do século XX, entre eles a Segunda Guerra Mundial, a Guerra Civil Espanhola, a Primeira Guerra da Indochina e a Guerra árabe-isralense de 1948. Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre. Seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas. A câmera permanecia entre suas mãos.




quinta-feira, 31 de maio de 2012

JR DURAN - O SUPER FOTÓGRAFO




 "Não tenho biografia porque não gosto de passado. O fotógrafo é como jogador e futebol: é bom, dependendo da última foto. Não tenho arquivo fotográfico que retroceda a mais de 5 anos. Não tenho memória. Mas me lembro que nasci em Barcelona em julho de 1952 e que vim morar no Brasil em janeiro de 1970. Trabalho e trabalhei para todas as revistas de moda deste país: Playboy, Pop, Manequim, Capricho, Claudia, Mais, Nova, Marie-Claire, Vogue, Nova Beleza, VIP, Elle, República. Mencione qualquer uma que eu est(ou)ive lá. Com a revista Playboy tenho uma cumplicidade que em dezembro deste ano fará 20 anos…”  Jr Duran

terça-feira, 29 de maio de 2012

Imagens produzidas por 38 artistas desafiam regras da fotografia, na Saatchi Gallery, em Londres.

Mostra 'Fora de Foco' expõe nova visão da fotografia internacional

     Imagem de Phoebe Rudomino foi retirada de um comercial de TV para a Johnson & Johnson's (Foto: © Phoebe Rudomino, 2006)                         


Da BBC
Uma exposição fotográfica ironicamente batizada de Out of Focus (Fora de Foco) reúne, em Londres, trabalhos de 38 artistas de 13 países diferentes, que oferecem uma perspectiva internacional sobre a fotografia contemporânea. Cada um dos nomes que participam da exposição na Saatchi Gallery usa a fotografia de forma completamente diferente, seja na técnica ou nos temas que abordam.
“A exibição vem num momento em que o mundo da fotografia passa por um de seus momentos mais ricos e complicados”', dizem os organizadores.  Milhões de imagens são colocadas na internet todos os dias, tornando estímulos visuais mais presentes que nunca antes na história.


Sohei Nishino faz enormes colagens com milhares de pedaços de fotos, representando Nova York (foto), Paris e Tóquio (Foto: © Sohei Nishino, 2009)


Os curadores também dizem que noções antigas de grandes diferenças entre fotógrafos “profissionais” e “amadores”  estão sendo reviradas e as fronteiras entre os diversos tipos de fotografia estão cada vez mais tênues. Entre os trabalhos à mostra na exposição estão a já famosa foto da rainha Elisabeth II de olhos fechados, de Chris Levine, e imagens de senhoras vestidas com carne animal, parte do trabalho de Pinar Yolaçan.

Colagens de grandes metrópoles e retratos de personagens excêntricos também fazem parte da coleção.

Out of Focus fica em cartaz na Saatchi Gallery, em Londres, até o dia 22 de julho.

LINDA FOTO - FEITA A TARDEZINHA - LAGOA PRINCESA DO VALE - GOIÁS

Curso de Fotografia Digital - Planeta Deagostini - 5 - Macrofotografia

CURSO DE FOTOGRAFIA - ILUMINAÇÃO

CURSO DE FOTOGRAFIA PROFISSIONAL

sábado, 19 de maio de 2012

PABLO PICASSO





  1. SOBRE FOTOGRAFIA

    ''Quando vemos o que pode ser expresso pela foto,
    nos damos conta de que tudo aquilo não pode mais ser preocupação da pintura... 
Por que o artista insistiria em realizar aquilo que, com a ajuda da objetiva, pode ser tão bem feito? 
Seria uma loucura, não? A fotografia chegou na hora certa para liberar a pintura de qualquer literatura, anedota e arte do tema. Em todo caso, um certo aspecto do tema pertence, daqui por diante, ao campo da fotografia... 
Não deveriam os pintores aproveitar sua liberdade reconquistada para fazer outra coisa? Seria muito curioso fixar fotograficamente, não as etapas de um quadro, mas suas metamorfoses. Talvez percebêssemos por quais caminhos o cérebro envereda para a concretização de seus sonhos. Entretanto, é realmente muito curioso observar que, no fundo, o quadro não muda, que a visão inicial permanece quase intacta, apesar das aparências. Muitas vezes vejo uma luz e uma sombra que pus no meu quadro e empenho-me em quebrá-las, acrescentando uma cor que crie um efeito contrário. Quando essa obra é fotografada, percebo que aquilo que havia introduzido para corrigir minha primeira visão desaparece, e que, definitivamente, a imagem dada pela fotografia corresponde a minha primeira visão, antes das transformações trazidas contra minha vontade.''